Série Cases – Manutenção corretiva em transformador de 3.500 kVA em óleo mineral isolante

set 14, 2017 0 Comentários Dentro Cases
Série Cases – Manutenção corretiva em transformador de 3.500 kVA em óleo mineral isolante
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A maioria das ocorrências que a Transformadores Jundiaí atende são urgentes, pois geralmente envolvem empresas que não podem parar ou atrasar sua produção.

Este é mais um caso deste tipo. No final de 2016, durante as festas de fim de ano, recebemos um chamado para conserto de um transformador a óleo em uma empresa produtora de gases industriais (nitrogênio, oxigênio, hidrogênio, acetileno, entre outros).


Danos – Um trafo de 3.500 kVA – 13.800/380 V, de três fases, com isolante de óleo mineral, apresentou defeito no funcionamento, o que interrompeu temporariamente toda a produção da empresa. Pelas suas características, trata-se de um transformador especial.


Relatório


O conserto foi realizado na própria TJ, portanto, na chegada do equipamento foram realizados os ensaios de recebimento de praxe, como TTR (medição de relação de tensões), Megger (medição de resistências de isolamento), Ponte Kelvin, entre outros. Logo após, foram realizados:


  • drenagem do óleo do tanque;
  • desmontagem do transformador para retirada da parte ativa (buchas AT, BT e abertura da tampa);
  • retirada da parte ativa e inspeção;
  • desmontagem das ligações AT, BT e do sistema de comutação;
  • remoção das ferragens do núcleo e da culatra superior do núcleo;
  • remoção das bobinas AT e BT do núcleo;
  • limpeza do núcleo;
  • determinação do número de espiras e geometria das bobinas AT e BT;
  • fabricação de novos enrolamentos AT e BT (H1, H2, H3 e X1, X2, X3);
  • montagem dos enrolamentos novos de AT e BT (H1, H2, H3 e X1, X2, X3);
  • montagem da culatra superior e ferragens do núcleo;
  • substituição, montagem e ligações do comutador;
  • montagem das ligações AT e BT (com atenção especial devido ao tipo construtivo);
  • revisão da parte ativa antes da secagem;
  • secagem da parte ativa em estufa com temperatura controlada;
  • revisão da parte ativa após a secagem;
  • limpeza geral do tanque, tampas, radiadores e conservador;
  • substituição de todas as juntas de vedação de borracha, dos isoladores e das tampas;
  • pintura de acabamento do tanque, tampa, radiadores e conservador;
  • montagem da parte ativa do tanque e da tampa principal e de inspeção;
  • montagem de acessórios;
  • enchimento do transformador com novo óleo pelo sistema de tratamento termovácuo TTV;
  • ensaios finais: TTR, Megger e resistência ôhmica dos enrolamentos;
  • ensaios dielétricos: tensão induzida à frequência de 120 Hz e tensão aplicada;
  • ensaios elétricos: perdas a vazio, corrente de excitação e perdas de carga e impedância;
  • estanqueidade;
  • preparação e transporte de volta à empresa-cliente;
  • instalação;
  • emissão de relatório de ensaios e conserto.

Atendimento – O transformador não conforme chegou na TJ na véspera de Natal, mas, sabendo da urgência da cliente, a empresa mobilizou uma equipe técnica de plantão para realizar o conserto e devolver o equipamento no menor prazo possível. Em um curto espaço de tempo, o transformador já estava operando normalmente, após energização fiscalizada pela TJ.


Textos relacionados:


* Transformadores de potência: http://bit.ly/2wbSR8J

* Manutenção corretiva em transformadores: http://bit.ly/2wZkWzN


Rafael Simião, gerente técnico da Transformadores Jundiaí


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