Manutenção corretiva em transformadores

nov 24, 2016 0 Comentários Dentro Manutenção Industrial, Transformadores
Manutenção corretiva em transformadores
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Normalmente, as manutenções corretivas são decorrentes da falta das preventivas [leia o texto aqui manutenções preventivas aqui]. Nesse caso, torna-se necessária a remoção do transformador danificado e a colocação de um reserva, para que o fornecimento de energia não seja comprometido.

Necessariamente, a manutenção corretiva deve ser feita em empresas especializadas. Historicamente, existem casos de consertos realizados em campo, no entanto, para isto acontecer, demanda-se uma estrutura de alto custo, por isso, as manutenções em campo são reservadas a casos específicos (e raros).

Na manutenção corretiva devem ser considerados os custos do transformador-reserva – que deve ter as mesmas características do original – e de transporte do mesmo. Para os transformadores de menores potências (até 1000 kVA e 25 kV), a probabilidade de se encontrar um transformador semelhante é maior. Para transformadores de potências e classes de tensões maiores (a partir de 1000 kVA e 25 kV), é mais difícil. Mas no mercado existem empresas especializadas em locação de transformadores para atender a estas necessidades.

É importante ressaltar que a manutenção corretiva pode ser realizada com ou sem a troca de enrolamentos. A troca é requerida quando há ocorrência de curtos-circuitos internos, que queimam e deformam os enrolamentos. Já as manutenções sem troca do componente são possíveis quando ocorrem vazamentos ou há necessidade apenas de se fazer reparos nas ligações, comutadores e outras partes.

No momento do conserto, o transformador a óleo é submetido a uma sequência operacional, como a que segue:

– ensaios de recebimento para verificar a extensão do problema;

– amostragem de óleo e ensaios;

– desmontagem para remoção da parte ativa (núcleo e enrolamentos);

– inspeção geral na parte ativa para definição das providências de reparo a serem executadas. Nesta fase, é definida a necessidade de manter ou fabricar novos enrolamentos;

– verificação de ligações, sistema de comutação, condições do núcleo magnético, remoção ou permanência dos enrolamentos e secagem da parte ativa em estufa com temperatura controlada;

– limpeza geral e pintura na parte de tanque e resfriamento;

– revisão geral nos acessórios de controle e proteção;

– montagem geral;

– enchimento com óleo com o devido sistema de tratamento;

– ensaios elétricos finais;

– preparação para transporte.

Já nos transformadores a seco, as manutenções corretivas ficam restritas a substituição dos enrolamentos. Neste caso, a recuperação deles é inviável devido às características de dureza da resina que os envolve.

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